quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Os Melhores Álbuns de 1969, segundo pesquisa da Uncut.com.uk

1. The Beatles
Abbey Road

 8.82


2. Rolling Stones
Let It Bleed

 8.35


3. Neil Young
Everybody Knows This Is Nowhere

 8.33


4. Led Zeppelin
Led Zepellin II

 8.25


5. Led Zeppelin
Led Zeppelin

 8.22



6. The Band
The Band

 8.04

7. The Velvet Underground
The Velvet Underground

 7.91

8. Johnny Cash
Johnny Cash At San Quentin

 7.84

9. Crosby, Stills & Nash
Crosby, Stills & Nash

 7.68

10. The Who
Tommy

 7.66

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Box Set AC/DC

ACDC ampli

No próximo dia 10 de novembro, os fãs do AC/DC já poderão adquirir o novo box set a ser lançado pela banda. Backtracks, como reportado pela revista inglesa Classic Rock, será "dobrável" no estilo amplificador, permitindo que as músicas sejam ouvidas através da caixa, de um watt de potência. O box também funcionará como um amplificador de verdade, então você poderá tocar guitarra "por cima" dos sons do AC/DC…

Limitada em 50.000 cópias e disponível apenas para compra através de um site criado pela banda (abaixo segue o endereço da página), o box será composto de três CDs, dois DVDs e um LP. O primeiro disco contará com faixas raras da carreira do grupo: lados B de singles, canções que pintaram em trilhas sonoras e nos lançamentos australianos da banda. Os outros dois CDs virão com gravações raras ao vivo, registradas ao longo dos anos.

O primeiro DVD é um complemento para a série Family Jewels, com mais clipes promocionais e faixas ao vivo. O outro DVD tem um show completo no Circus Krone, em Munique, em 2003. O LP trará algumas das raridades de estúdio contidas também no CD1.

Além disso, o box ainda contará com um mega e luxuoso book de 164 páginas e um envelope repleto de memorabilias; um botom com a inscrição "I Do It For AC/DC", o primeiro item de merchandise da banda; o flyer de "Lock Up Your Daughters" de 1976, a ficha completa de gravação de "Dirty Deeds Done Dirt Cheap", um pôster da "Let There Be Rock European Tour '77″, um dólar australiano Money Talks, três litografias de fotos nunca antes vistas do grupo no Alberts Studio em 1977, palheta com o logotipo do conjunto e uma réplica da tatuagem do papagaio de Bon Scott.

A belezinha custará cerca de R$840, isso sem contar o frete…

domingo, 25 de outubro de 2009

Show AC/DC, 27/11


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Quem ainda estiver precisando de ingresso favor entrar em contato com herdeirosbeatlescover@gmail.com
 
Abraço,
 
Young
 

sábado, 24 de outubro de 2009

Ingressos AC/DC BH


 
Aê Galera,
 
Quem estiver precisando de ingressos para o show do AC/DC em São Paulo, em 27/11, basta enviar um email para herdeirosbeatlescover@gmail.com.
 
Preferência para entrega em BH ou região.
 
Abraço,
 
Herdeiros Beatles Cover

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Bon Scott, o eterno Rocker...

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Rockstars gostam de exibir garotas, mansões, harleys, aeronaves, iates e sua coleção particular de guitarras. Ainda bem que nem todos os astros do rock pensam dessa forma. O ex-vocalista do AC/DC era o tipo de astro que descia do palco após o show e ia direto para o bar, onde conversava francamente com os fãs sem nenhum ataque de estrelismo. Bon atendia cada um deles, trocava idéias, autografava álbuns e pagava drinks para as garotas. Para nossa sorte, um dos maiores ícones do rock era gente boa.

Ronald Belford 'Bon' Scott nasceu em Kirriemuir, na Escócia, no dia 9 de julho de 1946, bem na ressaca do pós-guerra.

Aos seis anos de idade, Bon seguiu de mudança com seus pais e seus irmãos para a casa de sua tia, em Sunshine, um subúrbio de Melborne, na Austrália. Graeme, um dos irmãos de Bon, sofria de asma e seu médico recomendou que a família se mudasse o mais breve possível para o oeste do país, uma área mais seca e quente. Foi assim que a famíla Scott se mandou para Fremantle, uma pequena cidade próxima a Perth.

Foi ali que Bon começou a se interessar por música, aprendendo a tocar gaita de fole. Aos 11 anos de idade ele já estava como membro oficial da banda de seu pai, por onde permaneceu por cinco anos. Sempre que sobrava um tempo, Bon sentava na bateria e ficava brincando. Não demorou muito para ele se tornar um baterista de verdade.

Em 1961, Bon abandonou a escola e passou a trabalhar de qualquer coisa que pintasse pela frente. Foi pescador, caminhoneiro, motorista de trator, balconista, bartender, carteiro e operário de uma indústria.

Sua primeira banda de rock, The Spektors, serviu para colocar o garoto em contato com suas primeiras groupies. Não é a toa que com apenas 16 anos de idade ele já era autuado por roubar galões de petróleo, fornecer dados pessoais falsos à polícia e importunar algumas garotas pela cidade. Durante dois anos, o garoto ficou sob custódia de uma repartição que cuidava de 'crimes na infância', chegando inclusive a cumprir pena numa cadeia especial para adolescentes.

Quem não gostava nada dessa farra eram os pais de Bon, nessa altura, bastante amargurados com os rumos tomados pelo adolescente. Tais episódios foram cruciais na trajetória do músico, que passou a criar uma determinação assustadora buscando arrumar um emprego e ganhar uma grana, enfim, fazer as coisas acontecerem e literalmente limpar a barra com seus coroas.

Valentines
Valentines

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Após deixar a cadeia, Bon continuava praticando bateria nos fundos da casa de seus pais e tocava em pubs com os Espektors. Com Vince Lovegrove, Bon fundou o Valentines, onde dividia os vocais principais com o amigo. Além de emplacar o hit "My Old Man's A Groovy Old Man", a banda lançou alguns compactos e rodou intensamente o circuito de clubes noturnos. Numa dessas apresentações serviram de banda de abertura para uma das principais bandas da cena australiana do período, os Easybeats. Foi quando Bon travou um primeiro contato com George Young, irmão mais velho de Malcolm e Angus, e metade do time Vanda & Young, o lendário duo de produtores da Albert Productions, responsável pelos clássicos álbuns do AC/DC.

A imagem pop dos Valentines acabou sendo abalada pelo envolvimento com drogas de seus integrantes, o que levou a banda a ruir rapidamente, em 1970. Bon não se intimidou, mudou para Adelaide e se juntou a um grupo local mais pesado e ousado, o Fraternity, apaixonados pelo hard rock e pelo progressivo que tomava conta do planeta. As revistas especializadas já publicavam matérias especiais com a banda, caracterizando Bon como o 'cara selvagem' do Fraternity.

Fraternity
Fraternity

Fraternity
Fraternity

Fraternity
Fraternity

Com a banda, Bon lançou dois álbuns: Livestock, de 1971 e Flaming Galah, de 1973 e também alguns compactos.

O grupo tentou alucinadamente descolar algum reconhecimento pela Inglaterra, inclusive fazendo algumas tours pela pátria mãe da cena roqueira da época, mas não conseguiram nada além de meia dúzia de seguidores. Chegaram a abrir shows do Status Quo, Black Sabbath e do Geordie, banda que tinha Brian Johnson nos vocais, o sujeito que substituiria Bon no AC/DC, em 1980!

Em 1973, o Fraternity mudou seu nome para Fang e lá pela metade do ano estavam encerrando as atividades de vez. Bon e mais alguns ex-integrantes fundaram o Mount Lofty Rangers que teve vida curta, pois o vocalista sofreu um grave acidente de moto no início de 1974, que o deixou em três dias de coma e o impossibilitou de continuar na estrada por algum tempo. No lugar de Bon, escalaram Jimmy Barnes, figura lendária na Austrália, que depois integraria as bandas Cold Chisel e Living Loud.

Bon continuava trabalhando como motorista em Adelaide. Cantava e tocava bateria nas horas vagas. Costumava também dirigir a Van de uma nova banda, o AC/DC, que contavam então com os ofícios do vocalista Dave Evans.

Os irmãos Young não estavam nada contentes com o direcionamento Glam que Evans estava dando para o AC/DC. Nessa mesma altura, Bon se ofereceu para ser baterista do grupo, no entanto, o que os irmãos Young precisavam era de um frontman que encarnasse todo o pique daquela banda. Bon topou o desafio e o resto é história.

Depois de vários álbuns de estúdio e um ao vivo fenomenal, o AC/DC perdeu seu eterno vocalista num verdadeiro golpe de má sorte.

A tragédia teve início numa tradicional noite de bebedeira, coisa que Bon estava realmente acostumado. Bon e um amigo seu, chamado Alistar Kinnear, foram tomar alguns drinks no Music Machine, um clube noturno localizado em Camden Town. Depois de muitas rodadas, a dupla se mandou para Ashby Court, onde Bon vivia naquela época. No caminho, Bon literalmente apagou no banco de trás do veículo. Kinnear não deu muita bola e seguiu adiante. Quando chegou na casa do vocalista do AC/DC, Kinnear tentou acordar Bon e levá-lo para a cama, porém não conseguiu acordar seu companheiro, que estava num avançado estado de embriaguez.

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Kinnear desistiu da idéia e seguiu dirigindo para seu próprio apartamento. Chegando lá, nova tentativa frustrada de tirar o amigo bêbado do veículo. O jeito foi deixar Bon 'dormindo' no banco de trás do automóvel, um Renault 5.

Quando Kinnear voltou na manhã seguinte para ver seu amigo, já era tarde demais. Bon estava morto, praticamente congelado dentro do pequeno automóvel. O sujeito ainda levou o amigo às pressas para o Kings College Hospital, de Londres, que declarou que o músico já chegou sem vida nas dependências do pronto socorro.

O atestado de óbito informou que Bon Scott havia falecido em decorrência de envenenamento alcoólico agudo e 'death by misadventure' (morte por desventura, ou por desgraça).

Nos jornais da época foi também noticiado que o músico teria se sufocado com o próprio vômito e que a baixa temperatura da madrugada e suas constantes crises de asma colaboraram para a tragédia daquela fria manhã de 19 de fevereiro de 1980, um dos dias mais tristes do rock n' roll.

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O primeiro disco do Blind Faith (Eric Clapton)

A tarja não faz parte da capa original
A tarja não faz parte da capa original

Os incríveis fatos relacionados a esta genial capa começam nas lentes do fotógrafo norte-americano Bob Seidemann, que desiludido com a guerra do Vietnã, se mandou para Londres, onde fez amizade com Eric Clapton. O guitarrista encomendou uma capa para um álbum de seu novo projeto ao lado do vocalista do Traffic, Steve Winwood.

Seidemann, embalado em pleno alvorecer da era espacial (o álbum foi lançado na mesma época em que o homem pisou na Lua), teve a idéia de criar uma foto em volta a um avião futurista prateado, que foi criado por um joalheiro irlandês da Royal College of Art.

Para completar a idéia revolucionária e ousada do fotógrafo, Seidemann comentou com Clapton que precisaria de uma garota virgem para manusear tal aeronave, só que naquela altura do campeonato, com a revolução sexual a pino, a dupla não conhecia nenhuma moça virgem. Um belo dia Seidemann estava no metrô quando avistou uma garota linda trajando um uniforme colegial. O fotógrafo se aproximou e deixou seu cartão com a garota, pedindo para que ela entrasse em contato com ele o mais breve possível, pois queria fazer uma sessão de fotos para "um grande astro do rock". A garota gostou da idéia e marcou um jantar para apresentar Seidemann a seus pais, que eram amigos do poeta Allen Ginsberg e adoraram a idéia.

O único problema é que a garota tinha 13 anos de idade, e segundo o fotógrafo, havia "passado um pouco do ponto", mas sua irmã (de 11 anos!) cairia perfeitamente na concepção maliciosa de Seidemann. A foto clássica foi batizada de "Blind Faith" pelo norte-americano. Clapton adorou e emprestou o nome para batizar sua nova empreitada musical.

A identidade da garota foi mantida em segredo por muitos anos. Alguns fãs garantiam que a moça era sobrinha ou filha do baterista Ginger Baker, mais pela semelhança dos cabelos do que por outra coisa. A verdade é que a jovem chama-se Mareora Goshen e até hoje não gosta de falar a respeito da polêmica capa.

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A Atlantic, gravadora do grupo, torceu o nariz quando Clapton apresentou a arte final de Seidemann. O selo estava apostando todas as fichas no projeto, para eles uma espécie de "novo Beatles". Recusaram a foto de imediato. Clapton bateu o pé e falou algo como "no cover, no record". Resultado: lançaram 750.000 cópias com a capa original na Inglaterra e depois bolaram uma capa alternativa e mais careta para o mercado norte-americano; trazendo apenas uma ingênua foto do grupo.

No Brasil, a capa original só saiu numa reedição de 1980. Nos anos setenta tivemos uma versão censurada, com a foto do grupo e uma borda preta, ao invés da amarela norte-americana.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ingressos AC/DC BH

 
Aê Galera,
 
Quem estiver precisando de ingressos para o show do AC/DC em São Paulo, em 27/11, basta enviar um email para herdeirosbeatlescover@gmail.com.
 
Preferência para entrega em BH ou região.
 
Abraço,
 
Herdeiros Beatles Cover

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Megashow do AC/DC é o mais visto no mundo em 2009

acdc-blackice

Após oito anos sem sair em turnê mundial, o AC/DC volta à estrada com o megashow "Black Ice World Tour". A banda australiana, dona de inúmeros hits colecionados em seus 36 anos de carreira, subirá num imponente palco de 78m de comprimento e 21m de profundidade e dividirá a cena com uma locomotiva real de seis toneladas que se movimenta durante a apresentação. No total, serão necessárias 55 carretas para transportar toda a estrutura do espetáculo, com sistema de som e luz jamais vistos no país. A estrutura é maior, por exemplo, que a de outros megashows, como da cantora Madonna, realizado no ano passado no país.

"Black Ice World Tour", que estreou em 28 de outubro de 2008, é o show de maior sucesso da atualidade e teve seus ingressos totalmente esgotados nos EUA, Noruega, Suécia, França, Bélgica, Alemanha, Holanda, Itália, Hungria, Espanha, Inglaterra, Portugal e Austrália. No total, o novo espetáculo do AC/DC já vendeu quase 2 milhões de ingressos no mundo.

O público estimado para o show do Morumbi é de 65 mil pessoas.  A primeira visita do AC/DC ao Brasil ocorreu no primeiro Rock in Rio, em 1985. A turnê do álbum "Ballbreaker" trouxe o grupo de volta ao país onze anos mais tarde.

O repertório da turnê terá como base o álbum "Black Ice" (Sony BMG), primeiro álbum de músicas inéditas em oito anos do AC/DC e o sucessor de "Stiff Upper Lip" (2000) — o 15° disco do grupo que atingiu 43 milhões de cópias e foi o 5° álbum mais vendido dos EUA. Além das músicas inéditas, o grupo promete os grandes sucessos que marcaram seus 36 anos de carreira.
 
 
No Brasil o show acontece em São Paulo, no Morumbi, em 27/11/2009. Os ingressos já estão esgotados.
 

Conhecendo o AC/DC

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AC/DC é uma banda de rock formada em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus e Malcolm Young. A banda é normalmente classificada como hard rock e considerada uma das pioneiras do heavy metal, juntamente com bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath, Thin Lizzy, Judas Priest e Deep Purple. No entanto, os seus membros sempre classificaram a sua música como rock and roll.

AC/DC passou por várias mudanças de alinhamento antes de lançarem o seu primeiro álbum, High Voltage, em 1975. A formação manteve-se estável até o baixista Cliff Williams substituir Mark Evans em 1977. Em 1979, a banda gravou o seu bem-sucedido álbum Highway to Hell. O vocalista e co-compositor Bon Scott faleceu a 19 de Fevereiro de 1980, após consumir na noite anterior uma grande quantidade de álcool. O grupo considerou por algum tempo a separação, mas rapidamente o ex-vocalista dos Geordie, Brian Johnson, foi selecionado para o lugar de Scott. Mais tarde nesse ano, a banda lançou o seu álbum mais vendido, Back in Black.

O álbum seguinte da banda, For Those About to Rock (We Salute You), foi também bem sucedido e tornou-se o primeiro álbum de heavy metal a atingir o 1º lugar nos Estados Unidos. O AC/DC caiu em popularidade pouco após a saída do baterista Phil Rudd em 1983. As fracas vendas continuaram até ao lançamento de The Razor's Edge em 1990. Phil Rudd regressou em 1994 e contribuiu para o álbum de 1995 da banda, Ballbreaker. Stiff Upper Lip foi lançado em 2000, tendo sido bem recebido pela crítica. Planos para um novo álbum foram anunciados em 2004, sendo cumpridos em 2008, com o lançamento do álbum Black Ice no dia 20 de outubro de 2008.

O AC/DC já vendeu cerca de 200 milhões de cópias em todo o mundo, incluindo 71 milhões somente nos Estados Unidos. Back in Black já vendeu cerca de 43 milhões de cópias a nível mundial, do quais 22 nos Estados Unidos, fazendo dele o 2º álbum mais vendido de todos os tempos e o 5º mais vendido nos Estados Unidos. AC/DC ficou em quarto na lista da VH1 dos "100 Maiores Artistas de Hard Rock" e foram considerados pela MTV a 7ª "Maior Banda de Heavy Metal de Todos os Tempos" e em 2004, a banda ficou em 72º na lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos" feita pela revista Rolling Stone.

 

sábado, 3 de outubro de 2009

AC/DC Setlist Tour 2009

AC/DC

Aê Galera,

Segue o setlist para o Black Ice Tour 2009. No final tem o video (iraaado) promocional do show!!!!

01. Rock 'N Roll Train (from Black Ice, 2008)
02. Hell Ain't A Bad Place To Be (from Let There Be Rock, 1977)
03. Back In Black (from Back In Black, 1980)
04. Stiff Upper Lip (from Stiff Upper Lip, 2000)
05. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (from Dirty Deeds, 1976)
06. Thunderstruck (from The Razors Edge, 1990)
07. Hard As A Rock (from Ballbreaker, 1995)
08. The Jack (from TNT, 1975)
09. Hells Bells (from Back In Black, 1980)
10. Shoot To Thrill (from Back In Black, 1980)
11. You Shook Me All Night Long (from Back In Black, 1980)
12. TNT (from TNT, 1975)
13. Whole Lotta Rosie (from Let There Be Rock, 1977)
14. Let There Be Rock (from Let There Be Rock, 1977)
15. Highway To Hell (from Highway To Hell, 1979)
16. For Those About To Rock (from For Those About To Rock, 1981)
17. Anything Goes (from Black Ice, 2008)
18. Big Jack (from Black Ice, 2008)
19. War Machine (from Black Ice, 2008)
20. Black Ice (from Black Ice, 2008)
21. Bad Boy Boogie (from Let There Be Rock, 1977)