terça-feira, 29 de setembro de 2009

AC/DC anuncia caixa com raridades e adia shows de turnê nos EUA

Foto: Reuters

A banda AC/DC, que faz show em São Paulo em novembro. (Foto: Reuters)

A banda de hard rock australiana AC/DC anunciou nesta terça-feira (29) que vai lançar uma caixa chamada "Backtracks", uma retrospectiva de raridades dos 36 anos de carreira do grupo.

Com duas versões, uma simples e outra luxuosa, a caixa deve ser lançada no dia 20 de novembro. A versão de luxo já pode ser encomendada no site acdcbacktracks.com, e custa US$ 457 (R$ 836).

A caixa de luxo terá três CDs de raridades ao vivo e de estúdio, dois DVDs, um disco de vinil, um livro de 164 páginas, além de outros mimos, como uma palheta de guitarra oficial. O box mais simples vai trazer apenas dois CDs e um DVD.

Também nesta terça-feira (29) o grupo anunciou que vai adiar para novas datas, ainda indefinidas, alguns dos shows que faria durante a turnê norte-americana, começando com a apresentação em Phoenix desta quinta-feira (1º).

A turnê deve ser retomada apenas no dia 16 de outubro, em Washington. Segundo o site oficial do AC/DC, o vocalista Brian Johnson passou por um procedimento médico e precisa descansar. A banda se apresenta em São Paulo no dia 27 de novembro. 

sábado, 26 de setembro de 2009

Joe Cocker

Joe Cocker

Hoje vamos conhecer um pouco do Joe Cocker e sua apresentação antológica no Woodstock'69. Diretamente da Wikipedia:

Joe Cocker (Sheffield, 20 de maio de 1944) é um cantor britânico de música pop influenciado pela soul music no início da carreira. Ele começou sua carreira musical em sua cidade natal na Inglaterra, aos quinze anos de idade: sua primeira banda foi os Avengers (sob o nome artístico de Vance Arnold), depois Big Blues (1963) e então a Grease Band (a partir de 1966). Em 1969 ele foi o astro convidado do programa The Ed Sullivan Show.

Seu primeiro grande sucesso foi "With a Little Help from My Friends", uma versão da música dos Beatles gravada com o guitarrista Jimmy Page. No mesmo ano ele apareceu no Festival de Woodstock, com um show consagrador, sobre o qual ele fala no livro Woodstock, do jornalista [Pete Fornatale]: "Tivemos uma reação emocionante quando tocamos With a Little Help from My Friends. Foi como um sentido maravilhoso de comunicação. Era o último número do show, eu lembro, mas senti que finalmente tínhamos nos comunicado com alguém".

Coker ainda conseguiu mais alguns hits com "She Came Through the Bathroom Window" (outra versão de uma música dos Beatles), "Cry Me a River" e "Feelin Alright". Em 1970 sua versão ao vivo do sucesso "The Letter" dos Box Tops, lançado na compilação Mad Dogs & Englishmen tornou-se sua primeira canção a entrar no Top Ten americano. Nos shows Cocker exibia uma intensidade física incrível enquanto cantava, e sua presença no palco era freqüentemente parodiada por John Belushi (houve até mesmo um dueto improvável quando Joe foi convidado especial do Saturday Night Live.)

No começo dos anos 70 ele teve problemas com drogas e álcool que acabaram atrapalhando sua carreira. Ele conseguiu, entretanto, se livrar e retornar nos anos 80, conseguindo grande sucesso até os anos 90 com as canções "Up Where We Belong", "You Are So Beautiful", "When The Night Comes" e "Unchain My Heart", tema da novela brasileira Sassaricando. É conhecido no Brasil por cantar o tema de abertura da série Anos Incríveis, exibido pela TV Cultura, TV Bandeirantes, Multishow e Rede 21, até voltar à TV Cultura. Em 2002 sua regravação da musica Never Tear us apart da banda INXS foi tema de sucesso da novela Coração de Estudante.
Em 2007, Joe fez uma participação especial em Across the Universe, longa-metragem musical de Julie Taymor, interpretando a música Come Together, dos Beatles.

Agora, o clássico dos Beatles que tomou outra forma na voz e (mãos) de Cocker:

1ª Música que Paul tocou quando conheceu Lennon



Cultura Beatle:

Amigos, tô lendo a biografia do Beatles (Bob Spitz)... bom demais! Vou falar um pouco sobre a primeira música que Paul tocou quando conheceu Lennon. Segundo o livro, Paul impressionou Lennon tocando essa canção logo após um show que Lennon acabava de dar. Pra quem não sabe, John montou a banda (Quarrymen) com alguns amigos e depois Paul foi chamado pra entrar na banda, visto que Lennon ficara impressionado com a performance dele no violão.

O encontro ocorreu depois de uma apresentação dos Quarrymens, na qual Paul foi apresentado a John depois de finalizado o show.

Paul tocou as seguintes músicas no violão que andava sempre com ele:

Twenty Flight Rock
Be-Bop-A-Lula
Tutti Fritti, Good Golly Miss Molly e Long Tall Sally

Segue a música do Eddie Cochran e a foto acima que foi tirada 15 minutos antes desse que foi o maior encontro do século!

Abraços Beatlemaníacos,





sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Thank You: Rockstars pagam seu tributo ao primeiro disco do Zeppelin

Led+Zeppelin+(1969)

Tony Iommi
"Led Zeppelin I tem uma ótima atmosfera e eles escreveram ótimas canções, uma sonoridade aliás que nunca tinha sido ouvida antes. Claro que outros grupos também estavam mesclando o blues com o rock, mas com o Zeppelin era diferente. Isso se deve a qualidade das músicas deles".

Joe Perry
"Quando o primeiro álbum do Zeppelin foi lançado eu passava horas tirando as canções e ficava tentando sacar o que fazia elas serem tão geniais. Foi só nessa época que eu passei a levar a minha música a sério".

Leslie West
"Quando ouvi o primeiro álbum deles, o Mountain ainda não havia sido formado e eu tinha acabado de gravar meu primeiro álbum solo. Pensei comigo mesmo: 'Se eu tiver que competir com isso eu to ferrado!'. Fiquei extremamente impressionado com o som daquela banda, era exatamente o que eu queria estar fazendo. Até hoje quando você coloca aquele primeiro disco deles pra tocar ele causa um impacto e faz todo o pessoal daquela época ficar envergonhado. Eles soavam muito mais do que um grupo com um vocalista e três músicos: Bonham soava como quatro bateristas juntos e todo mundo tinha um som único naquela banda. Page era um músico de estúdio sensacional e tinha um som único, não era como Clapton, mas suas canções eram ótimas. Eles tinham tudo".

Paul Stanley
"Numa tarde, uma rádio de Nova York tocou a primeira faixa do Led I, "Good Times Bad Times", e aquilo me deixou completamente atordoado. Era como se alguém estivesse acabado de injetar adrenalina no meu coração. O sangue começou a bombar por todo meu corpo e tive a sensação de aquela música energética iria destruir os meus falantes".

Simom Kirke
"A primeira coisa deles que ouvi foi "Good Times Bad Times" e imediatamente fiquei paralisado ao ouvir aquele som de bateria. Nunca tinha sequer imaginado em ouvir alguém tocar daquele jeito. Bonzo tinha a melhor técnica de bumbo do rock".

Marky Ramone
"Comprei o primeiro disco deles assim que saiu e ele foi meu álbum preferido nessa época. Escutei diariamente por meses a fio. Eu não os considero heavy metal, mas sim uma banda inglesa de hard rock e blues. John Bonham acabou comigo em todos os sentidos".

Rik Emmet
"O primeiro álbum do Zeppelin até hoje é o meu favorito. É impossível ouvir esse disco e não se lembrar o quanto ele significava para um garoto fanático por rock naqueles tempos".

Carmine Appice
"Nosso empresário me deu um acetato do primeiro álbum deles pra ouvir, antes mesmo do disco ser lançado, pois estávamos escolhendo bandas para abrir os nossos shows pela América. Claro que fiquei completamente atordoado com aquilo e sendo um baterista o que mais me chamou a atenção foi a performance de Bonham, principalmente em 'Good Times Bad Times', onde ele faz aquilo com o bumbo. Tempos depois, quando fui apresentado a Bonham ele me disse 'roubei aquilo de você', e eu respondi 'mas eu não faço aquilo' e ele rebateu 'você fez sim em Ticket To Ride'. Eu não estava botando fé nesse papo até reouvir a minha performance nessa gravação e constatar que Bonham estava certo mesmo, mas havia levado aquilo ao extremo. Fiquei arrasado e contente ao mesmo tempo.

Felix Dennis (Oz Magazine – Março de 1969)
Muito ocasionalmente um novo álbum lançado desafia qualquer tipo de classificação e descrição. O ponto de convergência que este álbum aponta é tão nítido que somente o tempo irá colocá-lo em perspectiva. Foi assim com Bringing It All Back Home, de Dylan, com Younger Than Yesterday, dos Byrds, com Disraeli Gears, do Cream, com Are You Experienced? De Hendrix, com Sgt. Peppers e será também com esse disco de estréia do Zeppelin. Este álbum faz você se sentir bem. Ela faz você se sentir bem ao ouvir uma banda com muito a dizer. O Zeppelin tem a notável capacidade para dizer como se sentem e traduzem o que está em suas cabeças para a música. Bonham e Jones trabalham juntos, criando profundas e fluentes correntes de ritmo e Page novamente molesta as áreas mais vulneráveis de sua Telecaster. É bom ouvir Plant com seu feio e furioso vocal… Claro que, como resultado deste álbum, iremos perder o grupo para a América, e certamente a seção de cartas do Melody Maker vai estampar: 'Seria Page melhor do que Deus?" – Em seguida, a BBC vai começar as negociações sobre um filme …
 

Os Beatles e a faixa de pedestres mais famosa do mundo

 

Cruzamento ganhou fama ao figurar na capa do último disco dos Beatles.
 

 Foto: Divulgação

 

A faixa de pedestres mais famosa do mundo fica no final de uma rua que tem em torno de 1.500 metros de extensão – mais precisamente, na esquina das ruas Abbey Road com Grove End, em Londres. Foi esse cruzamento que os Beatles eternizaram na capa do último álbum gravado pelo quarteto e lançado em 26 de setembro de 1969, "Abbey Road"  – mesmo nome do estúdio onde os Fab Four gravaram a maior parte das suas músicas. 

A rua Abbey fica entre os bairros de Kilburn e St. John's Wood, e a origem do seu nome se perdeu na memória. O livro "Old and new London" ("Antiga e nova Londres"), de 1878, diz que o nome provavelmente vem de uma capela instalada no centro da vila de Kilburn. A vila foi incorporada à cidade à medida em que Londres cresceu no sentido noroeste, mas o nome da rua se manteve. Além dos estúdios, ela dá nome ao banco Abbey, que foi fundado em uma igreja batista também em Abbey Road, no século XIX.

 O cruzamento fica a poucos minutos de caminhada da estação de metrô de St. John's Wood, na Jubilee Line. Dentro da estação fica o "Beatles Coffee Shop", mistura de café e loja de souvenirs da banda. O estabelecimento foi comprado há três anos pelo casal Richard e Irina Porter.

Richard também é guia turístico especializado em Beatles, e escreveu o "The Official Abbey Road Cafe Guide". O livro, que mostra os principais lugares que os beatlemaníacos devem visitar, está esgotado. "Mas estamos preparando uma nova tiragem", avisa Richard, em entrevista por telefone ao G1.

Ele conta também que não há nenhum evento programado para este sábado, em comemoração do aniversário de 40 anos de lançamento de "Abbey Road", o álbum. "Nós já fizemos uma comemoração neste ano, no dia 8 de agosto, que marcou os 40 anos em que a foto com os Beatles foi tirada", explica. O evento reuniu mais de 1.000 fãs, uma banda cover (Sgt Pepper's Only Dart Board) e o próprio Richard, segurando a capa do álbum, além de 15 equipes de TV e inúmeros fotógrafos.

Monumento

Saindo da estação de metrô, o fã que quiser ter sua própria foto atravessando a faixa de pedestres deve virar à direita, acompanhando a rua Grove End. Três quadras depois, vai se deparar com um monumento em um cruzamento – é ali que fica a Abbey Road.

O monumento branco, adornado por uma estátua de uma mulher nua, é uma homenagem ao poeta Edward Onslow Ford, morto em 1901 e morador da região. A estátua é uma réplica da imagem da Musa da Poesia, que Onslow esculpiu para adornar o túmulo do poeta P. B. Shelley.

O cruzamento tem um trânsito movimentado, o que não impede os fãs de continuarem atravessando para tirar fotografias como os Beatles. Na esquina, fica um conjunto de apartamentos chamado Abbey House – a região é predominantemente residencial, e foi um dos primeiros "subúrbios" de Londres, começando a ser ocupada dessa forma a partir do século XIX.

Em frente ao monumento ficava uma placa indicando a rua, mas a prefeitura a removeu em 2007, porque era grafitada e roubada constantemente. A placa agora está sendo leiloada no site eBay, e o dinheiro arrecadado será usado na manutenção das ruas da região.

Estúdios

Ao lado da Abbey House está um muro branco cheio de rabiscos. Ali fica o complexo de estúdios Abbey Road. As mensagens e desenhos deixados pelos fãs dos Beatles não ficam expostas para sempre, porque o muro é repintado com frequência. Além disso, os estúdios mantêm uma webcam ligada durante 24h, apontada para faixa de pedestres, que pode ser acessada pela internet.

O complexo de estúdios ocupa uma casa georgiana, construída em 1831, e adquirida pela Gramophone Company em 1931. Abbey Road tem três estúdios, baseados no tamanho dos grupos usados para executar peças de música erudita. O Estúdio Um comporta uma orquestra sinfônica inteira, o Estúdio Dois tem espaço para uma orquestra de 35 peças e no Estúdio Três é possível acomodar um pequeno grupo de câmara.

No mesmo ano em que os estúdio foi inaugurado, a Gramophone Company se fundiu com a Columbia Gramophone Company, criando a Electrical and Musical Industries, ou EMI. No dia 6 de junho de 1962, os Beatles pararam pela primeira vez na frente do estúdio, para uma sessão de gravação com George Martin, que se tornaria o produtor e fiel escudeiro (ao menos nos assuntos sonoros) dos Fab Four. 

Saiba mais

A gravação era um teste, conseguido pelo empresário do grupo Brian Epstein. A banda veio de Liverpool de carro, dirigido pelo amigo Neil Aspinall, e ficou meia hora procurando pelo estúdio. Não havia nenhuma placa indicando o local, mas o motorista resolveu estacionar ali. "Tem que ser esse o lugar", teria dito. "Isto é uma casa!" teria retrucado Pete Best, então baterista da banda.

Depois de serem aprovados por Martin e contratados pela EMI (com a condição de trocar Best pelo baterista Ringo Starr), os Beatles transformaram Abbey Road em seu quartel-general de gravações. Mais de 90% do material do quarteto foi gravado ali.

Pioneirismo

Mas os Beatles não foram os pioneiros do rock no estúdio dedicado inicialmente à música erudita. Em 1958, Cliff Richard gravou ali a faixa "Move it", considerado o primeiro compacto de rock 'n' roll produzido na Europa.

Apesar de não terem sido os primeiros no rock, os Beatles usaram o estúdio como instrumento para outra revolução – a psicodelia. A partir de meados da década de 60, deixaram de excursionar e começaram a fazer experimentos no estúdio.

Faixas como "Tomorrow never knows" e "Strawberry fields forever" exploravam todas as possibilidades de Abbey Road – mesmo que na época as mesas de gravação tivessem apenas quatro canais. "A day in the life", última música do disco "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band", contou com uma orquestra de quarenta peças, aproveitando o espaço do Estúdio Um.

Depois da experiência fracassada do projeto "Get back" inventado por Paul McCartney (que acabou virando o disco "póstumo" "Let it be") em 1969, os Beatles voltaram à Abbey Road para gravar seu último álbum.

 'Everest'

O nome original de "Abbey Road", o álbum, seria "Everest", inspirado na marca de cigarros que o engenheiro de som Geoff Emerick fumava. Eles chegaram a pensar inclusive em pegar um jato particular e viajar até a montanha mais alta do mundo para fazer a foto de capa.

Mas o stress entre os integrantes perto do fim do grupo favoreceu a abordagem mais prática. "Vamos lá fora, tiramos a foto, chamamos o LP de 'Abbey Road' e assunto encerrado" foi o pensamento comum, segundo o biógrafo Bob Spitz em seu livro "The Beatles".

A foto foi tirada no dia 8 de agosto, auge do verão inglês, perto das 10h da manhã. Paul havia feito alguns esboços para um foto simples, com os quatro atravessando a faixa de pedestres perto do estúdio. Tirando George, vestindo jeans, todos os Beatles usavam terno naquela manhã. Estacionado no meio-fio estava um Fusca, no enquadramento da foto. Um policial tentou tirá-lo dali, sem sucesso.

Antes da última foto – foram seis no total, e a sessão durou apenas 15 minutos – Paul tirou a sua sandália e acendeu um cigarro. "O dia [estava] quente... Eu não sentia vontade de ter nada dos pés", lembraria ele mais tarde. A imagem virou um ícone, não só para os fãs mas para toda a cultura pop, suscitando centenas de paródias ao longo das décadas seguintes – mesmo destino da capa de "Sgt Peppers".

Pós-Beatles

Além da faixa de pedestres, o nome do álbum ajudou a tornar definitivamente famoso o estúdio. Artistas como Oasis, Radiohead, Red Hot Chili Peppers e Nick Cave se juntaram aos Beatles e ao Pink Floyd (que gravou seu álbum de estreia ao mesmo tempo em que os Beatles preparavam "Sgt Peppers") na lista de artistas que gravaram em Abbey Road. O rol inclui também brasileiros, como Roupa Nova, além de outros que masterizaram seus álbuns lá, como Cachorro Grande e Skank.

O estúdio se modernizou de diferentes maneiras, incluindo equipamentos de gravação digital e um serviço especial – a masterização on-line. Qualquer artista pode enviar as faixas de seu disco para serem masterizadas em Abbey road pela internet.

Os preços são um pouco salgados, mas não abusivos – um CD custa em torno de 90 libras por faixa (R$ 258), e a masterização fica pronta em no máximo cinco dias úteis. Só fica faltando a capa – mas isso, só viajando para Londres mesmo.

Fonte: http://g1.globo.com

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Beatles vendem 2,25 milhões de discos em cinco dias

Foto: AP

Os Beatles durante apresentação no 'Ed Sullivan Show' em 1964. (Foto: AP)

Quase 40 anos depois de se separar, os Beatles ainda quebram recordes de vendas de discos. A EMI disse nesta terça-feira (22) que mais de 2,25 milhões de álbuns do quarteto de Liverpool foram vendidos na América do Norte, no Japão e no Reino Unido em cinco dias desde o lançamento do catálogo remasterizado dos Fab Four pela gravadora em 9 de setembro.

Na parada pop da Billboard, os Beatles têm 16 títulos entre os 50 mais vendidos, incluindo 14 CDs remasterizados e duas caixas.

Para o relançamento da obra, uma equipe de engenheiros do estúdio Abbey Road, em Londres, passou quatro anos trabalhando com equipamentos antigos de estúdio para manter a autenticidade e a integridade das gravações analógicas originais.

O lançamento do catálogo remasterizado da banda inglesa coincide com a chegada às lojas do jogo "The Beatles: Rock Band".
 

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Beatles são mais populares que Jesus no Google

Foto: Divulgação 

Os Beatles. (Foto: Divulgação)

Usando a ferramenta Google Trends, que compara as palavras mais buscadas no Google, o jornal britânico "Daily Telegraph" fez um teste curioso, confrontando os termos "Beatles" e "Jesus".

O jornal descobriu que, durante o mês de setembro – com o lançamento do game "The Beatles: Rock band" e da caixa com os discos remasterizados da banda – os Beatles foram mais populares que Jesus, pelo menos nas pesquisas do Google. O quarteto teve quase o dobro de pesquisas do que o messias cristão durante o mês.

A comparação foi motivada por uma frase de John Lennon de 1966, onde ele dizia "não sei p que vai passar primeiro, o rock ou o cristianismo... nós somos mais populares que Jesus no momento".

A frase enfureceu milhares de fãs cristãos (especialmente nos EUA), que chegaram a fazer reuniões para queimar discos da banda. Lennon chegou a se desculpar mais tarde: "Me desculpem por ter dito isso. Eu não quis que isso parecesse um libelo anti-religioso", admitiu, na época.
 

 

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Hendrix Assassinado?

Hendrix

Volta a ganhar força o rumor de que Jimi Hendrix realmente tenha sido morto. Desta vez, quem dá vazão a essa possibilidade é o médico que tentou reanimá-lo na noite de sua morte, o doutor John Bannister. Segundo ele diz acreditar, a hipótese é "plausível".

"Meu depoimento médico é coerente com a denúncia que consta no livro ("Rock Roadie") que Hendrix foi morto sob ordens de sua empresário, Mike Jeffery", afirma Bannister.
 
O livro referido acima pelo médico foi escrito recentemente por James "Tappy" Wright, membro da equipe de roadies que acompanhava o guitarrista e que trabalhou diretamente para Jeffery.
 
De acordo com Wright, "vinho e pílulas foram empurrados goela abaixo de Hendrix até o músico se 'afogar'".
 

domingo, 20 de setembro de 2009

Woodstock - 40 Anos

cartaz

O Woodstock Music & Art Fair (informalmente chamado de Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Foi realizado entre os dias 15 de agosto e 18 de agosto de 1969. Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.[1]

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular. O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha-sonora com os melhores momentos.


Ficheiro:Woodstock redmond stage.JPG

O Festival de Woodstock surgiu dos esforços de Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Roberts e Rosenman, que entrariam com as finanças, colocaram um anúncio sob o nome de Challenge International, Ltd., no New York Times e no Wall Street Journal ("Jovens com capital ilimitado buscam oportunidades de investimento legítimas e interessantes e propostas de negócios").[2] Lang e Kornfeld responderam o anúncio, e os quatro reuniram-se inicialmente para discutir a criação de um estúdio de gravação em Woodstock, mas a idéia evoluiu para um festival de música e artes ao ar livre.

Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia.[3] Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas.[4] Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.

O primeiro dia do festival.Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.[5]

Ficheiro:Woodstock redmond crowd.JPG

Fazenda de Max Yasgur, onde aconteceu o Festival de WoodstockEmbora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.[6]
Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.[7]

Sexta-feira, 15 de agosto

Richie Havens, festival de Woodstock (15/08/1969) Richie Havens
Swami Satchidananda - deu a invocação para o festival
Sweetwater
The Incredible String Band
Bert Sommer
Tim Hardin
Ravi Shankar
Melanie
Arlo Guthrie
Joan Baez

Sábado, 16 de agosto

Quill, quarenta minutos para quatro músicas
Keef Hartley Band
Country Joe McDonald
John Sebastian
Santana
Canned Heat
Mountain
Grateful Dead
Creedence Clearwater Revival
Janis Joplin com The Kozmic Blues Band [8]
Sly & the Family Stone
The Who começou às 4 da manhã, dando início a um conjunto de 25 músicas, incluindo Tommy
Jefferson Airplane

Domingo, 17 de agosto para Segunda, 18 de agosto

The Grease Band
Joe Cocker
Country Joe and the Fish
Ten Years After
The Band
Blood, Sweat & Tears
Johnny Winter featuring his brother, Edgar Winter
Crosby, Stills & Nash
Neil Young
Paul Butterfield Blues Band
Sha-Na-Na
Jimi Hendrix

Ficheiro:Woodstock redmond havens.JPG

Apresentações Canceladas

The Jeff Beck Group estava agendado para tocar no festival, mas cancelou pois a banda acabou uma semana antes.
Iron Butterfly ficaram presos no aeroporto.
A banda canadense Lighthouse estava certa de que tocaria no festival, mas, no final, acabaram decidindo por não tocar, pois temeram que aquilo fosse uma cena ruim para a banda. Mais tarde, alguns membros do grupo disseram que se arrependeram da decisão.

Convites negados


A banda Led Zeppelin foi chamada para tocar no festival, mas o empresário da banda, Peter Grant, afirmou: "Nós fomos chamados para tocar em Woodstock e a gravadora (Atlantic) estava bastante entusiasmada, e Frank Barsalona (o promotor) também. Porém eu disse não pois em Woodstock nós seríamos apenas outra banda na parada". Em vez disso, o grupo foi para uma turnê de mais sucesso.

The Doors foi considerada uma banda com grande performance, tinham bastante potencial, mas cancelaram a apresentação em cima da hora. Ao contrário do que muitos pensam, esta ocorrência não está relacionada ao fato de o vocalista, Jim Morrison, ter sido preso por postura indecente em um show anteriormente. O cancelamento do show se deu ao fato de que Morrison sabia que a sua voz soaria repugnante por estar ao ar livre. Há também a idéia de que Morrison, em um momento de paranóia, estava com medo que alguém atirasse nele e o matasse quando o mesmo pisasse no palco. No entanto, o baterista John Densmore compareceu no festival; no filme, ele pode ser visto ao lado do palco durante a apresentação de Joe Cocker, quando esse cantava o hino lisérgico "Let's Go Get Stoned".

Os promotores entraram em contato com John Lennon, pedindo para que os The Beatles tocassem no festival. Lennon disse que os Beatles não tocariam no festival a não ser se a Plastic Ono Band, da Yoko Ono, também pudesse tocar. Os promotores o recusaram.

Frank Zappa e The Mothers of Invention afirmaram: "Muita lama lá em Woodstock. Nós fomos convidados para tocar lá, mas recusamos" - Frank Zappa.

Mountain: uma banda do caralho!

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Leslie West Mountain (1969)
 

Discussões à parte, é impossível começar a comentar a discografia do Mountain e não falar desse álbum.
"Blood Of The Sun", "Dreams Of Milk & Honey" são hinos do Hard pesado, mostrando que a escola do Cream daria muito o que falar na década que estava surgindo. West já se mostrava um fenômeno de timbre inigualável durante todo o álbum. A sutileza e musicalidade de Felix Pappalardi aparece em temas magistrais como "Long Red", "Because You Are My Friend" (essa, na verdade, uma antiga composição acústica de West) e "Storyteller Man" (influência certa para os Faces). "Blind Man" é blues como o Cream fazia, "This Wheel's On Fire" é uma versão atordoada para o clássico de Bob Dylan e Rick Danko, "Look To The Wind" trazia as características orquestrações de Pappalardi e "Southbound Train" é a famosa música que o Mountain imortalizou em Woodstock.

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Climbing (1970)

Sem dúvida nenhuma o melhor disco do Mountain. Agora como uma banda de verdade, o grupo liderado por Leslie West e Felix Pappalardi vinha com um álbum perfeito, trazendo nove canções que se tornaram "cartilha" para quem quisesse se aventurar no Rock pesado dali pra frente. O que dizer de um disco que abre com "Mississipi Queen", um dos clássicos da história do Rock? O mínimo que pode se fazer é o ouvir o disco no volume máximo como recomendava a banda na contracapa do LP: "This Record Was Made To Be Played Loud".

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"Theme For An Imaginary Western" recebe uma interpretação emocionada de Pappalardi. A composição de Jack Bruce e Pete Brown se tornou um marco na carreira do grupo, pois era uma espécie de apadrinhamento do Cream, uma carta branca aprovando que o Mountain pudesse beber à vontade nas influências do grupo inglês. Era a retribuição de Bruce e Brown ao amigo Pappalardi, que tanto tinha trabalhado pelo Cream. Falando neles, "The Laird" é claramente influência direta do trio inglês.

"Never In My Life" e "Sittin' On A Rainbow" tem riffs cavalares de West dobrados pelo baixo de Pappalardi, o que oferece um peso extra nas composições que já eram fortes por natureza. "Silver Paper" é uma pequena obra prima misturando psicodelia e peso com uma letra totalmente "hipponga". "For Yasgur's Farm" é uma das mais belas homenagens a Woodstock feita por uma banda que lá tocou. (Joni Mitchell fez também sua homenagem mas não tocou...)

A guitarra de West tem em Climbing seu ápice. Um som único, como o da faixa instrumental "To My Friend" e no encerramento com "Boys In The Band".

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Nantucket Sleighride (1971)

Vindo no mesmo pique de "Climbing", o Mountain registrou outro clássico do Hard setentista com esse "Nantucket Sleighride". Gail Collins, esposa de Felix Pappalardi surge como figura de suma importância para a banda, cuidando de toda a parte gráfica e também das letras.
Novamente o Mountain desfila com categoria temas pesados como "Don't Look Around", "You Can't Get Away", "The Animal Trainer And The Toad", "Travellin' in the Dark" e impressiona também nas nuances mais sutis, como em "Tired Angels" (uma homenagem a Hendrix falecido no ano anterior) e "My Lady" (faixa mostrando reminescências do período folk de Pappalardi no Village de NY). Um dos melhores momentos do grupo está na dobradinha "Taunta (Sammy's Tune)"/ "Nantucket Sleighride", um épico contando um pouco da história da América que mostra toda a genialidade da dupla Pappalardi e West.

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Flowers Of Evil (1971)

Álbum que marca o final do período mais criativo da banda em estúdio, mostrando que dali pra frente as apresentações ao vivo seriam prioridade e palco das mais malucas improvisações possíveis.

O lado de estúdio traz temas como o rock empolgante da faixa título, a tristeza e melancolia instrumental de "King's Chorale", a levada irresistivelmente pesada de "Crossroader" e o clima erudito de "Pride and Passion". Na parte ao vivo, o destaque é o "Dream Sequence", um medley de 25 minutos com muitos improvisos e uma versão matadora de "Mississipi Queen". Tudo devidamente registrado no fechamento do lendário Fillmore East.

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Live - The Road Goes Ever On (1972)

Lançamento póstumo, realizado quando a banda encerrou suas atividades pela primeira vez em 1972. Apenas quatro faixas aparecem: "Log Red", "Waiting To Take You Away" (composição inédita da banda), "Crossroader" e uma versão de 17 minutos para "Nantucket Sleighride" que tomava todo o lado B do vinil.

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Twin Peaks (1974)

Mais um ao vivo, registro que marcou a volta da banda em 1973. A tour japonesa merecia um souvenir à altura da histeria dos fãs locais e então foi lançado esse álbum gravado no Koseinenkin Hall em Osaka.

O vinil duplo trazia versões interessantes para clássicos como "Never In My Life", "Mississipi Queen", "Silver Paper" e "Theme For An Imaginary Western". Nos improvisos o Mountain se supera e registra uma versão de 32 minutos (!) para a épica "Nantucket Sleighride". No vinil a faixa era dividida em duas parte que tomavam os dois lados de um disco. Infelizmente a voz de Felix Pappalardi já não mostrava a mesma garra dos primeiros dias de Mountain, tudo isso somado ainda a ausência significativa de Corky Laing que não pode fazer essa tour pelo Japão devido a problemas de saúde.

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Avalanche (1974)

Depois de dois discos ao vivo o Mountain estava louco para voltar às gravações em estúdio. "Avalanche" é uma tentativa de volta aos dias inspirados de "Climbing". Mais voltado para a guitarra de Leslie West, o rock rola solto com as versões de "Whole Lotta Shakin' Goig On" e "Satisfaction". Pappalardi voltava afiado e compondo muito como em "Sister Justice", "Swamp Boy" (e sua introdução bacana), "Thumbsucker" e "Last Of The Sunshine Days". "Alisan" era mais uma bela peça instrumental de West, nos moldes de "To My Friend" que aparecia no disco Climbing. "You Better Believe It" mostra o quanto faz diferença ter Corky Laing de novo na bateria e "I Love To See You Fly" tem algo de Led Zeppelin.

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Go For Your Life (1985)

Contando com Mark Clarke (ex-Tempest e Uriah Heep) no baixo, o Mountain mostrou estar meio perdido após a morte trágica de Felix Pappalardi. Temas sem inspiração como "Hard Times" (que mereceu um clipe medonho na época), "Spark" e "Bardot Damage" mostravam que o Mountain queria soar como um ZZ Top ou um Kiss, bandas de sucesso nos anos 70 e que continuaram vendendo muitos discos nos 80, o que não foi o caso do Mountain. Títulos como "She Loves Her Rock (And She Loves It Hard)", "I Love Young Girls" e "Makin' It in Your Car" falam por si mesmo e demonstram os interesses do pessoal na época...

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Over The Top (1995)

Coletânea dupla com muito material clássico da primeira fase do Mountain. Os discos "Climbing" e "Nantucket Sleighride" aparecem quase na íntegra, mas o bacana é uma versão inédita, registrada ao vivo, para "Stormy Monday" com quase 20 minutos de duração. De quebra, a coletânea traz duas faixas inéditas contando com Noel Redding no baixo: "Talking To The Angels" e "Solution".

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Man's World (1996)

Como não rolou a volta com Noel Redding o jeito foi convocar Mark Clarke de volta para encarar agora a década de 90. Bem superior ao Mountain dos anos 80, essa versão mostrava estar de bem com a vida em músicas como "In Your Face", "Noboddy Gonna Steal My Thunder", "Man's World" (uma versão para "It's a Man's Man's World" de James Brown, também regravada pelo Grand Funk Railroad nos anos 80) e "I Look".

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Mystic Fire (2002)

O Mountain do século XXI vem com Ritchie Scarlett no baixo e mostra um peso extra em todas as composições, principalmente na releitura para o clássico "Nantucket Sleighride". O disco abre com a pesada "Immortal", trazendo vocais quase guturais de Leslie. Na seqüência, a faixa título, a melhor do disco por sinal. A regravação de "Fever" (aquela que ficou famosa com o rei Elvis) é bem interessante, e, convenhamos, é engraçado imaginar Leslie dando uma de sexy com todo aquele tamanho!

Todos os detalhes da história desse grande grupo do Hard Rock dos anos 70 está nessa nova edição da poeira Zine. As glórias, as tours, o show em Woodstock, as tragédias, etc. Está tudo lá, contado pelos próprios caras, já que a poeira entrevistou o guitarrista Leslie West e o batera Corky Laing.
 

As Melhores Canções de Todos os Tempos

Salve Galera,

Vamos inaugurar o blog abordando a velha questão das controversas listas das "melhores" canções de rock de todos os tempos. A lista abaixo foi divulgada pela revista americana Rolling Stone:

1. Like a Rolling Stone, Bob Dylan
2. Satisfaction, The Rolling Stones
3. Imagine, John Lennon
4. What's Going On, Marvin Gaye
5. Respect, Aretha Franklin
6. Good Vibrations, The Beach Boys
7. Johnny B. Goode, Chuck Berry
8. Hey Jude, The Beatles
9. Smells Like Teen Spirit, Nirvana
10. What'd I Say, Ray Charles
11. My Generation, The Who
12. A Change Is Gonna Come, Sam Cooke
13. Yesterday, The Beatles
14. Blowin' in the Wind, Bob Dylan
15. London Calling, The Clash
16. I Want to Hold Your Hand, The Beatles
17. Purple Haze, Jimi Hendrix
18. Maybellene, Chuck Berry
19. Hound Dog, Elvis Presley
20. Let It Be, The Beatles
21. Born to Run, Bruce Springsteen
22. Be My Baby, The Ronettes
23. In My Life, The Beatles
24. People Get Ready, The Impressions
25. God Only Knows, The Beach Boys
26. A Day in the Life, The Beatles
27. Layla, Derek and the Dominos
28. (Sittin on) the Dock of the Bay, Otis Redding
29. Help!, The Beatles
30. I Walk the Line, Johnny Cash
31. Stairway To Heaven, Led Zeppelin
32. Sympathy for the Devil, The Rolling Stones
33. River Deep - Mountain High, Ike and Tina Turner
34. You've Lost That Lovin' Feelin', The Righteous Brothers
35. Light My Fire, The Doors
36. One, U2
37. No Woman, No Cry, Bob Marley and the Wailers
38. Gimme Shelter, The Rolling Stones
39. That'll Be the Day, Buddy Holly and the Crickets
40. Dancing in the Street, Martha and the Vandellas
41. The Weight, The Band
42. Waterloo Sunset, The Kinks
43. Tutti-Frutti, Little Richard
44. Georgia on My Mind, Ray Charles
45. Heartbreak Hotel, Elvis Presley
46. Heroes, David Bowie
47. Bridge Over Troubled Water, Simon and Garfunkel
48. All Along the Watchtower, Jimi Hendrix
49. Hotel California, The Eagles
50. The Tracks of My Tears, Smokey Robinson and the Miracles
Stones
Bom, pra não ficar só na lista, semanalmente, iremos mostrar algumas dessas canções ai de cima.

Hoje, vamos começar com "A Day In The Life", dos Beatles. Boa audição!




sábado, 19 de setembro de 2009

'Rock band' transforma história dos Beatles e...


Foto: Divulgação

 

Quando o jogo "The Beatles: Rock band" foi anunciado oficialmente em 30 de outubro de 2008, fãs de games musicais e beatlemaníacos se dividiram em dois grupos: o primeiro tinha a certeza de que o jogo seria um sucesso absoluto. Já o segundo, embora acreditasse que o poder do nome "Beatles" fosse suficiente para garantir as vendas, temia que a versão interativa não estivesse à altura da história de John, Paul, George e Ringo.

Um ano depois, esse temor já pode, enfim, se dissipar. "The Beatles: Rock band", que o G1 teve a chance de experimentar na semana passada e que será lançado nesta quarta-feira (9) em diversos países do mundo (o Brasil ainda deve esperar pelo menos até o próximo dia 18), atinge o objetivo de transpor a saga da banda de rock para o universo dos videogames.

É um produto cultural feito com um capricho ímpar, que agradará aos fãs dos Beatles e, ainda mais importante, será capaz de introduzir a saga do grupo – considerado por muitos o maior e mais influente de todos os tempos – nos anos 60 às novas gerações.

Para contar a história dos Beatles, os produtores utilizaram, com algumas alterações, a já consagrada plataforma "Rock band" – que herda também características de sua série concorrente, "Guitar Hero". Nas guitarras de plástico, basta apertar os botões indicados na tela e "tocar" na hora certa. Na bateria, idem. Quem canta, além do tempo, precisa manter o tom correto. E, pela primeira vez na trajetória da franquia, é possível cantar em até três vozes, fazendo jus às harmonias vocais características de algumas fases do Fab Four.

Foram feitas mudanças para deixar "Rock band" mais palatável para quem, atraído pelos Beatles, está estreando no mundo dos jogos. Não é necessário, por exemplo, enfrentar inúmeros desafios para destravar músicas: o repertório inteiro já está liberado desde o início no modo Quick Play. Também é possível jogar descompromissadamente, sem correr o risco de falhar em alguma canção.

Opção estética

Mas, se não era possível revolucionar tanto na jogabilidade, a Harmonix investiu na narrativa e nos gráficos. E, em ambos os aspectos, merece ser louvada. É difícil lembrar de alguma obra multimídia que tenha conseguido utilizar tão bem a interatividade para contar uma história. E "The Beatles: Rock band" é exatamente isso: uma pequena ópera digital, com gráficos tridimensionais, fotos e vídeos históricos mesclados à sensação de estarmos ali, nos palcos e nos estúdios, construindo a carreira lendária da banda de Liverpool. 
 
Apesar da opção estética por uma linguagem gráfica intermediária entre o realismo e o desenho animado, não há concessões: a riqueza de detalhes é impressionante, feita por gente que entendeu claramente o valor histórico do jogo. Lugares como o Cavern Club, em Liverpool, o cenário do programa de TV "Ed Sulivan show" ou o palco montado no Shea Stadium, em Nova York, estão ali, reproduzidos em perfeição. Pegue e compare o jogo a um vídeo qualquer gravado do show original, e se surpreenda ao notar que até os vincos da fita adesiva utilizada para segurar o microfone de John Lennon ao pedestal são exatamente iguais.

E é assim com a textura da madeira do baixo Höfner, de Paul McCartney, dos tijolos do topo da sede da Apple – onde os Beatles se apresentaram ao vivo pela última vez, em 30 de janeiro de 1969 – e até com as mechas do cabelo de George Harrison no canto do cisne da banda.

Veja o restante da reportagem em: http://g1.globo.com



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Postado por Veloso no Banda Herdeiros Beatles Cover em 9/09/2009 02:05:00 PM